quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Poeta VIII

Amo-te que não cabe em mim
Às vezes grito pra ver se deixas
Eu ser um pouco minha
É que agora eu sou
Indiscutivelmente sua.
E a ventura de te ter comigo
Faz de mim um codinome
E esse nós de encanto singular
Eu que sempre te admirei em segredo
Temendo me assustar
Me divertindo 
Com teu tamanho
Imaginando tua essência
Tua presença
Criando em ti big(odes)
Me encabulando com histórias
Na fragilidade do teu íntimo
Que tantos escondes
Por medo do mal que sei lá
Se já te causaram um dia
Eu via um infinito
Eu vejo um pélago
Fervilhante mas não mais
Me assusto
Eu me contei para ti
E meu segredo é
Mais um pedido
Dizendo
Se sou Mar
Se afoga em mim...

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