segunda-feira, 12 de março de 2012

Helena

Helena, pecou a palavra, que nela, virou verbo.
Pecou a carne, que dela, não mais era.
Habitante, não dona, Helena, da flor fera que extraiu
de milhares de líquidos o vazio do suor, sentimento
e da própria morte ao querer ser a mais Bela.

3 comentários:

Brunna disse...

ai, Helena. Demais !

Gabriel P. Knoll disse...

Existem muitas Helenas por aí, não?

Marcela disse...

Por todas os cantos, pobres e malditas Helenas.