terça-feira, 6 de maio de 2014

Alecrim

De tua pele, o meu desejo!
em últimos suspiros até que exaure
e toda a minha ânsia de ti eu mate

Do teu ser, o meu deslumbre!
e todos os meus olhares em ti repouso
sem que jamais parta o meu fascínio

De nós com sede eu me visto
e faminta a saudade se alimenta
e transbordo-me e transbordo-me
pois clamo teu nome em gritos secretos
e não há o que cale meu te querer perpétuo

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