sábado, 2 de março de 2013

Entrelinhas de um cigarro


O que há nos jardins subcutâneos de meu corpo, onde não habitam pensamentos, apenas regeneram-se sentimentos? O que há entre as entranhas de minha carne, onde irracionalmente definho contra minha própria vontade? O que há no infinito do meu eu, que move-se tão violentamente contra meu ser? O que jaz agora que não sou íntima de mim?! Navego perpetuamente no meu universo azul.

Um comentário:

Brunna Côrtes disse...

Ah, meu amor... tão linda como sempre.